[h1]bet slots cassino[/h1] [b]Resumo[/b] Estou amando meu bet slots cassino. É um ótimo portátil com três versões para se escolher, recomendo escolher apenas entre os modelos de 256gb e 512gb, mas se dinheiro for um problema então o jeito seria ir com a versão de 64gb mesmo que vai sair mais em conta. [b]Análise completa[/b] Minha experiência com esse portátil tem sido ótima, é incrível ter um PC na palma da mão e poder jogar uma boa parte dos jogos que eu tenho na minha biblioteca, pois esse é um aparelho poderoso que você irá rodar a maioria dos jogos em uma taxa de frames aceitável, desde que claro eles sejam compatíveis. No caso de jogos AAA a maioria deve rodar mas se estará jogável irá depender, pois por exemplo vi que tem alguns bem pesados atuais que rodam apenas entre 30 ~ 40 fps se colocar no grafico low/médio, então esse pode ser um aparelho mais ideal pra quem for jogar só indies ou tipo aqueles AAA já de alguns anos atrás. Nesse caso então a primeira coisa que eu recomendo é você ver vídeos sobre como os jogos que vc tem interesse estão rodando, de preferência desde os indies até os AAA mais pesados que vc curte, pra ter uma ideia do que te aguarda com seu Deck. Caso tenha decidido comprar, tem que ter em mente que existem três versões. As que eu considero melhores seria a de 256gb e 512gb, tendo apenas algumas poucas diferenças, no caso a mais importante além da diferença armazenamento, seria a tela, que o modelo de 512gb vem com uma tela anti reflexo, mas você pode comprar o modelo de 256gb e depois colocar uma capa de tela anti reflexo se você quiser e vai sair bem mais barato. Recomendo também ver uns vídeos sobre esse negócio da tela dessas duas versões e ver qual seria o melhor tipo de tela pra você, até porque tem gente que não gosta desses negócios de anti reflexo e prefere sem. Já no caso do modelo de 64gb você vai tem que fazer upgrades depois que comprar e de preferência mudar o SSD que está dentro do Deck e não apenas colocar um cartão SD, digo isso pois há um negócio de ficar acumulando shaders cache por causa dos jogos que você for instalando e jogando e isso vai encher todo seu 64gb de armazenamento interno e se pra resolver o problema você resolver mover todos os shaders pro cartão SD, segundo o que vi em vídeos isso causa frame drops massivos (é só procurar no youtube e reddit, tem algumas menções sobre isso e inclusive vídeos mostrando a diferença), então no caso o ideal seria trocar o SSD interno de 64gb, pra algum outro com mais armazenamento, mas CUIDADO!! que tem que saber mexer ali sem estragar o aparelho por dentro mesmo se vc assistir vídeos de como fazer, tenha cuidado pois a Valve não recomenda fazer isso viu, só to repassando o que eu vi que outras pessoas fizeram nesse modelo de 64gb. Baseado em todas essas informações e também por causa de eu não ter interesse em fazer upgrade no aparelho, acabei optando pelo modelo de 512gb por causa de ter mais espaço e a tela anti-reflexo. Achei que é o aparelho mais ideal pra mim que não quer esquentar a cabeça com nada e só jogar. Quem for comprar, aproveite e espero que curta!
[h1]Battlefield 6 — A volta do caos organizado[/h1] Battlefield 6 chega parecendo aquele velho amigo que sumiu por uns anos, aprendeu umas coisas novas, mas ainda é o mesmo de sempre. O jogo resgata o que fez a franquia ser o que é: combates massivos, destruição bem dosada e as boas e velhas classes de sempre, Assalto, Suporte, Engenharia e Reconhecimento. Cada uma com sua função clara, nada de especialistas superestilosos com poderes mágicos e personalidades de influencer. É Battlefield com cara de Battlefield. Os combates estão mais intensos e fluidos. A movimentação ganhou naturalidade, o pulo com mergulho, o apoio da arma e a forma como o personagem responde ao ambiente deixam tudo mais orgânico. O “time to kill” é curto, então reflexo conta, e muito. Quem gosta de mapa fechado e ação frenética vai se sentir em casa. (Mas ainda sinto falta dos mapas clássicos e uns mapas mais abertos...) A destruição está no ponto certo. As estruturas cedem, pedaços de parede voam, e cada explosão tem impacto visual e sonoro digno da série. É um espetáculo sem virar o caos total de Battlefield 4. As explosões e os efeitos sonoros estão entre os melhores da franquia, aquele momento em que tudo desaba e você sente a vibração da tela, é puro Battlefield. Falando em som e visual, o jogo é bonito demais. Animações fluídas, texturas detalhadas e um som que te coloca dentro do combate. E o melhor: bem otimizado. Mesmo em setups medianos, o desempenho é sólido, coisa que, sinceramente, faz diferença. Eu até gostei de Battlefield 2042. Tinha ideias boas, mas o jogo se perdeu em conexões ruins, delays e decisões estranhas. Foi frustrante ver algo com tanto potencial travar no básico. Agora, o Battlefield 6 acerta onde 2042 tropeçou. Tudo flui melhor, e o foco voltou para o que importa: trabalho em equipe, trocação intensa e mapas bem pensados. Não é uma revolução, e nem tenta ser. É o clássico Battlefield feito do jeito certo. As novas mecânicas, como o sistema de attachments mais intuitivo e o ritmo ágil das partidas, deixam o jogo moderno sem perder a essência. Nada de skin neon ou especialista com frase pronta; aqui, o destaque é a jogabilidade crua e o campo de batalha dinâmico. A campanha cumpre o papel de introduzir o universo, mas é curta e segura. Serve mais como aquecimento para o multiplayer do que algo memorável. Praticamente um tutorial para você entender o básico do jogo e sentir o que vem por ai. O preço é salgado, sem dúvida, mas o suporte contínuo e o conteúdo gratuito prometido amenizam um pouco. Ao menos é o que a gente acredita. No fim, Battlefield 6 é aquele retorno ao básico que dá gosto de jogar. Não reinventa, não arrisca, mas entrega o que deveria. Depois de tantos tropeços da EA tentando reinventar a roda, às vezes o que a gente quer mesmo é só ver o tanque explodindo do nosso lado e ouvir aquele som inconfundível do caos organizado. Se curtiu, compra ai e te vejo na minha mira...